Wednesday, 11 June 2008

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Friday, 15 February 2008

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Thursday, 14 February 2008

Programa 1

AGOSTO

Diálogos (Dois concertos)
Programa de música contemporânea




Luciano Berio
Sequenza IXb, para saxofone solo (1980; c.12min.)


Improvisação musical com interacção áudio e vídeo em tempo real
Qi Xi


Pierre Boulez
Dialogues de l'ombre double, para saxofone e saxofone pré-gravado (1984-5) c.20min.)

Sigle initial (chuchotè, h‚tif, mystèrieux)
Strophe I (assez vif, flexible, fluide)
Transitoire I/II
Strophe II (assez modèrè, calme, flottant)
Transitoire II/III
Strophe III (très lent)
Transitoire III/IV
Strophe IV (très rapide)
Transitoire IV/V
Strophe V (vif, rigide)
Transitoire V/VI
Strophe VI
Sigle final (très rapide, agitè, mais murmurè)


Alejandro Castaños
+O~, para saxofone e electrónica em tempo real (2005; c.9min.)


Gilberto Bernardes, saxofone e electrónica

Rui Dias, assistente musical e electrónica


O espéctáculo 'Diálogos' cria-se à volta da peça Dialogue de l'ombre double de Pierre Boulez. Obra de referência no panoramara musical comtemporâneo na chamada música mista (do francês musique mixte), onde os sons pré-gravados do saxofone establecem um discurso com o saxofonista em palco, numa estética tantas vezes intitulada 'da sombra'. A peça foi escrita em homenagem a Luciano Berio por ocasião do sexagésimo aniversário do compositor italiano, em 1985. Esta homenagem figura claramente na obra com referência musicais à obra de Berio, nomeadamente às Sequenzas e Chemins. Outro compositor, Karlheinz Stockhausen é aqui igualmente referido por alusão a uma certa figuração melodica, desta vez digamos que homenagiando o primeiro instrumento destinat•rio da obra, o clarinete. Referimo-nos a 'In Freudschaft'.

A leitura neste espectáculo sera de um saxofonista que partilha em termos de repertório todas as peças referidas no parágrafo anterior, establecendo nas diversas mutações possíveis do programa várias opções de partida para establecer um percurso sonoro até chegar a Boulez.

Novamente em maniera de preâmbulo a Dialogues de l'ombre double é apresentada uma obra (Qi Xi) que faz referência a uma lenda chinesa, que por sua vez foi motivo de inspiração de um momento na peça dramática de Paul Claudel, Soulier du Satin, que é ainda a inspiração para o título e gênese da obra de Pierre Boulez apresentada neste programa.

Qi Xi, ou a sétima noite, é uma lenda milenar da China que remonta, na sua primeira versão escrita à disnastia de Han (c. 200 a.C.). Apesar de existirem diferentes versıes da lenda, ela roda à volta de dois jovens apaixonados que apenas se podem ver uma vez por ano, na sétima noite do sétimo mês do calendário chinês. Eles pertencem a dimensıes diferentes. o homen é humano e a jovem é a filha do imperador do céu. Os dois são associados às estrelas de Altair e Vega e a lenda é alvo de recorrentes interpretações no teatro e noutras manifestações culturtais da China desde tempos imemoriais.

A finalizar este espectáculo sugiro aqui uma obra de Castaños que apesar de partilhar com Boulez o mesmo espaçoao de criação, o IRCAM, é uma proposta temporalmente e esteticamente bastante diferente. No entanto o tratamento e os recursos tecnológicos aplicados sejam bastante coincidentes.


Itinerância do espectáculo

Maio de 2006: Amsterdam Saxophone Week – Amesterdão (Holanda)
Outubro de 2007: Casa da Música – Porto (Portugal)
Prevista uma apresentação na Bélgica durante o próximo ano


Gilberto Bernardes

Nasceu em 1983.

Iniciou os seus estudos musicais na Tuna Musical de S. Paio de Oleiros em 1994, prosseguindo e terminando o curso complementar de saxofone no Conservatório de Música do Porto na classe do Prof. Francisco Ferreira com a classificação máxima.

Durante o ano lectivo de 2001/02 trabalhou com o professor Pierric Leman no Conservatório Di Nermeyer (Paris), onde obteve o 1º Prémio por unanimidade nas disciplinas de Saxofone e Música de Câmara. Na Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo do Porto concluiu no ano transacto o Bacharelato, na classe do Prof. Henk van Twillert, com a classificação de 20 valores na disciplina de saxofone. Em master classes trabalhou com alguns do mais reputados saxofonistas da actualidade, nomeadamente: Daniel Deffayet, Claude Delangle, Jean-Yves Formeau e Arno Bornkamp.

Em 1999 obteve o 3º prémio em Música de Câmara no Prémio Jovens Músicos(PJM) e o 1º Prémio na categoria de Saxofone, nível superior, no Concours Général de Musique et d’Arte Dramatique da Fundação Leopold-Bellan (França). Em 2002 obteve o 1º prémio de saxofone - nível superior - no concurso PJM, tendo-se apresentado, consequentemente, a solo com a Orquestra Gulbenkian e em recital no Festival de Música da Povoa de Varzim.

Tocou a solo no concerto de apresentação da recém-formada Banda Sinfónica Portuguesa sob a direcção do maestro Francisco Ferreira.

Em 2006 apresentou-se na International Saxophone Week em Amesterdão com a estreia, na sua versão para saxofone alto, de Dialogues de l’ombre doube de Pierre Boulez, numa transcrição realizada pelo próprio intérprete.

É membro do Quarteto de Saxofones do Porto e do Quarteto UNISAX, com os quais se apresenta regularmente em concerto.

Actualmente dedica-se essencialmente à relação entre a improvisação e a música gerada por computador, estando a realizar o mestrado sobre este mesmo assunto no Conservatório de Amesterdão sob a orientação de Henk vanTwillert e do compositor Jos Zwaanenburg.

Rui Dias

Nasceu em Braga, em 1974. Estudou no Conservatório Calouste Gulbenkian, onde concluiu o curso complementar de Piano na classe da Prof. Ana Paula Carreira.Terminou, em 2004, a licenciatura em Composição na Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo do Porto, onde estudou composição e composição electroacústica com Virgílio Melo, Cândido Lima e Carlos Guedes.

Paralelamente ao seu trabalho como compositor, desenvolve actividades na área da programação musical e sistemas audio-visuais interactivos.

Lecciona, desde 2004, disciplinas na área de electroacústica do curso de Composição da ESMAE-IPP. É docente no curso de Música Electrónica e Produção Musical da Escola Superior de Artes Aplicadas do Instituto Politécnico de Castelo Branco.

Agosto- Programa 2

On Being (Dois Concertos)
Quarteto Unisax

Música Contemporânea



On Being é uma obra construída sob a forma de uma suite e deriva tematicamente do clássico do teatro Hamlet de William Shakespeare. Foi originalmente escrita para ser apresentada como uma performance de dança apesar de ser possível apresentar-se como uma obra musical por si só, pois mesmo na sua versão para dança tanto o som como o movimento são parte integrante de um todo.

A estrutura da peça e a notação empregue permita uma abordagem bastante “aberta”, sendo possível permutar vários andamentos da suite, assim como vários parâmetros composicionais são da inteira reponsabilidade do intérprete, tais como alguns ritmos, tempo, alturas, etc. Tornando assim a obra um grande desafio para os intérpretes, assim como permitindo uma grande ligação entre o sonoro e o visual (sob a forma de movimento).

A obra foi escrita para quarteto de saxofones e electrónica em tempo real. Alguns momentos puramente electrónicos podem ser adicionados, dando na visão do compositor uma atmosfera mais Shakesperiana à obra.

Gilberto Almeida --- saxofone soprano

Rosa Oliveira --- saxofone alto

Isabel Anjo --- saxofone tenor

Guilherme Bogas --- saxofone barítono

Susana Otero- dança







Quarteto Unisax

Quarteto de saxofones que se dedica a uma parte abrangente do repertório contemporâneo, erudito e popular, sendo de destacar a sua versatilidade estilística e a realização de espectáculos multifacetados. Conta com uma série de apresentações regulares, salientando-se as suas actuações na R.T.P., Palácio da Bolsa, SIC, FNAC, Museu do Carro Eléctrico, Fundação Cupertino de Miranda, Festival Internacional de Saxofone de Aveiro, Festival Internacional de Saxofones de Palmela, Conservatório de Música Calouste Gulbenkian,

O grupo tem um longo percurso na divulgação do Saxofone em Escolas e Academias de Música de todo o país, tanto pela sua actividade concertística a nível pedagógico como também nos variados seminários que ministra.

Os seus elementos estudaram e participaram em cursos de aperfeiçoamento com os professores: Claude Delangle, , Daniel Deffayet, Arno Bornkamp, Jean-Yves Formeau, Pierric Lemain, Stephane Laporte, Joel Bateaux, Bart Kok, Rob Hause, Henk van Twillert, Francisco Ferreira, Fernando Ramos e Vincent David.

Na edição de 1998 do “Prémio Jovens Músicos” este quarteto foi o único premiado na categoria de Música de Câmara (nível superior).

Susana Otero nasceu no Porto em Agosto de 1982 e começou os seus estudos de ballet clássico em 1985. Passou por diversas escolas de dança na mesma cidade em paralelo com os estudos académicos enveredando pela área de Humanidades. Em 2000 frequentou o Conservatório de Música e Dança do Funchal. No ano seguinte viaja pela Alemanha, frequentando masterclasses e workshops.

Em 2002 torna-se bailarina da companhia Ballet Contemporâneo do Norte e participa em todas as tournées por Portugal, México e Brasil. É professora de dança criativa em várias escolas públicas, e colabora frequentemente com artistas de diversas áreas. Paralelamente com a sua actividade de bailarina na companhia Ballet Contemporâneo do Norte, frequenta desde 2006 na Escola Superior de Educação do Porto o curso de Gestão do Património Artístico e Cultural.

Novembro- Programa 3

Recital de Fagote




Cinco Esboços para clarinete e fagote de Stephan Hodel (Estreia em Portugal)

Du Neànt qui le Croit de Miguel Azguime

(para fagote e electrónica em tempo real)

È um diálogo entre o som do fagote e a sua transformação pela electrónica em tempo real.

Seis Árias do “Barbeiro de Sevilha” de G. Rossini /Gebauer

Beatrix Graf, clarinete, clarinete baixo

Susana Dias- Fagote





Susana Dias terminou em 2006 um Master Programme in Performance – bassoon – na Royal College of Music, Londres, onde estudou fagote com Andrea de Flammineis, e contrafagote com Martin Field.
Em Portugal concluiu o curso de fagote com o professor Robert Glassburner no Conservatório de Música do Porto, tendo ainda frequentado a classe de fagote do professor Hugues Kesteman na Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo (ESMAE) do Porto.

Em Londres a Susana tem trabalhado com grandes nomes da direcção de orquestra como Bernard Haitink, Martin André, Vassily Petrenko, Andrew Litton, Antonio Pappano e Jiri Belolavchek.
Actualmente a Susana é reforço na Orquestra da Royal Opera House – Covent Garden, Orquestra Sinfónica da BBC e vai participar no programa 2008 da Southbank Sinfonia. Em Portugal colaborava com orquestras profissionais tais como a Orquestra Nacional do Porto e a Orquestra Sinfónica Portuguesa.

Além da actividade orquestral, a Susana está a participar num projecto de um pequeno ensemble com clarinete-baixo e fagote, ‘Triple Duo’, com peças escritas pelo compositor Stephan Hodel.

Em Fevereiro de 2003 a Susana foi co-vencedora do Prémio “Yamaha Music Foundation” para madeiras. Já na Royal College of Music, a Susana venceu o Concerto Competition levando-a a actuar a solo na comemoração dos 250 anos do nascimento de Mozart em LSO St. Luke’s Church.

Beatrix Graf

Beatrix Graf nasceu em Thun, Suica, e estudou Clarinete com Ernesto Molinari. Mais tarde, mudou-se para Londres e estudou na Royal College of Music onde obteve o ‘Postgraduate Diploma in Advanced Performance’ com Distincão. Seus professors de Clarinete foram Richard Hosford, Tim Lines e Janet Hilton , de clarinete-baixo Michael Harris e de Musica Electroacustica Michael Oliva.

Durante os seus estudos, Beatrix foi bolseira pela ‘Kulturfoerderpreis der Stadt Thun’ (2004) e da ‘Stephen Joseph Bursary’ da Wall Trust (2005), tendo sido premiada com o ‘Stephen Trier Award’ para clarinete-baixo em 2005 na Royal College of Music.

Beatrix ‘e actualmente uma freelancer clarinetista, especializando-se em musica contemporanea e musica de camara. ‘E Primeiro Clarinete-Baixo na Charities Philharmonia e toca nos ensembles Zalas Trio (violino, clarinete e piano) e The Triple Duo (fagote, clarinete/clarinet-baixo).

Novembro- Programa 4

Recital de Piano e Canto





Cecília Fontes – Soprano
José María Parra – Piano

A canção – provavelmente o veículo de comunicação mais imediato – permite transmitir os nossos desejos de um futuro melhor. As canções interpretadas por Cecília Fontes (soprano) e José Maria Parra (piano) são certamente canções universais. Umas falam de amor e fé, outras evocam simplesmente luz e alegria. Escritas por compositores célebres, ou mesmo de raízes populares, trazem-nos a mesma mensagem de diferentes partes do mundo: Espanha, Argentina e Portugal.

Cinco Canciones Populares Argentinas: ALBERTO GINASTERA
Três Canciones Sefardíes: JOAQUIN RODRIGO
Seis Canciones Castellanas: JESUS GURIDI
Canciones Amatorias: ENRIQUE GRANADOS
Três Canciones Portuguesas: ERNESTO HALFFTER
Quatro Liricas Castelhanas segundo Gil Vicente: FERNANDO LOPES-GRAÇA



Cecília Fontes, Soprano

Natural do Porto, terminou o Curso Superior de Canto no Conservatório de Música daquela cidade em 1985, sob a direcção da Professora Isabel Mallaguerra. Prosseguiu a sua formação artística em Londres, onde estudou com o professor Peter Harrison e, na Royal Academy of Music, com Joy Mammen. Como bolseira daquela Instituição e da Comunidade Europeia, obteve Diplomas de canto com especializações em Concerto e em Ensino. Foi igualmente bolseira da Fundação Fulbright e da Northwestern University (Chicago), onde conclui o Mestrado em Canto.

Como intérprete, destacam-se actuações nos EUA, com a North Shore Orchestra (Exultate Jubilate de W. A. Mozart) e a Elmhurst Orchestra (Canciones Populares Españolas de Manuel de Falla). Na Ucrânia, foi acompanhada pela Orquestra Filarmónica de Odessa (Sinfonia No. 2, Mahler) numa tournée promovida pela ONU. Em Londres, actuou em concertos do BBC Choir Group (Jefte de Carissimi; Dixit Dominus de Händel) e em diversas produções operáticas, interpretando, entre outros, os papeis de Condessa (As Damas Trocadas de Marcos Portugal; Clerkwell Music Festival) e Trujaman (El retablo del maese Pedro; Volteface).

Em Portugal, actuou com a Orquestra Metropolitana de Lisboa (Knoxville: Summer 1915 de Samuel Barber), Orquestra Artave (A Criação de Haydn; Cantata Pastorale de Scarlatti), Orquestra de Câmara Musicare (Salve Regina de Mendelssohn; Old American Folksongs de Copland) e Orquestra Nacional (Chants D’Auvergne de Canteloube; Magnificat de Bach; Missa em Dó m, Missa Brevis e Requiem de Mozart).

Cecília Fontes nutre especial interesse pelo recital de canto, sendo de registar actuações no Festival Internacional de Guitarra de Santo Tirso, Festival de Música do Palácio da Bolsa (Porto), Festival de Paços de Brandão, Auditório de Gaia, Câmara de Portimão, Teatro Amélia Rey Colaço e Teatro S. Luís (Lisboa). Fora de Portugal, apresentou recitais em Espanha (Albacete, Lleida, Palma de Mallorca, Valladolid), Inglaterra (Londres) e nos EUA (Illinois, Chicago).

Da sua mais recente actividade, destaca-se La voix humaine de Poulenc (Teatro da Vilarinha no Porto, Festival de Aveiro, "Caja Castilla la Mancha" e Sala Borges, em Espanha) e uma tournée pelos EUA que culminou num recital no “Chicago Cultural Center", com transmissão radiofónica para todo o país. Colabora com a Companhia Volte-face, com quem já realizou várias produções do espectáculo Luz de Java.

Regressou ao Conservatório de Música do Porto em 1999, onde exerce funções de docência.

José María Parra, piano

Notas Biográficas

José M. Parra concluiu o Master in Piano Performance and Pedagogy na Northwestern
University (Chicago, EUA) em 1998, sob a direcção do Dr. David Kaiserman e Frances
Larimer, onde recebeu o Prémio Dorothy Pound atribuído ao melhor finalista.
Precedentemente, frequentou a Royal Academy of Music de Londres, onde estudou com
Alexander Kelly (Diploma de Postgraduação cum laúde DipRAM e Diploma de Ensino
LRAM). Durante esse período, recebeu os primeiros prémios no Else Cross (Brahms) Piano
Competition e Lloyd Hartley Prize , no Walter Macfarren Prize , e no prestigiado Gerald
Moore Piano Competition for Accompanists , tendo como membros do júri Roger Vignoles e Graham Johnson.
José completou igualmente o Grau Superior de Piano no Conservatório Superior de Música de Madrid, sob a direcção do Professor Guillermo González. Realizou masterclasses e cursos com András Schiff, Menahem Pressler, Vlado Perlemuter e Támas Vásáry.
Gravou para a RNE2 , Antena 2, Classic FM de Lond res e a WFMT de Chicago, como
solista e como músico de câmara. Forma duo com o violoncelista Miguel Rocha. Realizou apresentações em Festivais internacionais com o Amoenus Quartet (2 pianos e percussão) e com Cecília Fontes, cantora com quem se apresenta desde 1991. Toca ainda em recital com os oboistas Ricardo Lopes e Pedro Ribeiro. Já se apresentou em Portugal, Espanha, França, Inglaterra, País de Gales e Estados Unidos.
Reside actualmente no Porto. Trabalha na Escola Superior de Música e Artes do
Espectáculo, onde desempenhou funções de Pianista Acompanhador e leccionou Música
de Câmara. Actualmente lecciona as disciplinas de Leitura, Harmonização, Improvisação ao piano e Redução de Partituras.
Recitais recentes incluem as cidades de Paris e Chicago, onde após uma digressão com
Cecília Fontes, com um recital transmitido para todo o território dos EUA, regressou para tocar a solo com a Orquestra Concertante di Chicago .
Trabalha em conjunto com a Companhia Volteface, com quem já colaborou nas produções dos espectáculos Fauna e Flora , Animaluquices e Luz de Java , com apresentações em diversos festivais nacionais e estrangeiros. Ainda, tem oferecido numerosas palestras e seminários sobre temas relativos a pedagogia do piano.